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Programação Semana Santa 2017- 08/04/2017

PROGRAMAO DA SEMANA SANTA - 2017

Quando eu for levantado da terra, atrairei todos a mim (Jo 12,32).

SBADO: 08 DE ABRIL

18h00: Missa e Bno dos Ramos - Bom Jesus
19h30: Missa e Bno dos Ramos - So Sebastio
20h00: Missa e Bno dos Ramos - Igreja Aparecida
20h00: Missa e Bno dos Ramos - Saltinho do Galinari

 

DOMINGO DE RAMOS: 09 DE ABRIL

7h00: Bno dos Ramos, Procisso e Missa - Ptio do Santurio
8h00: Missa e Bno dos Ramos - Ftima
9h00: Missa e Bno dos Ramos - So Pedro
10h00: Missa e Bno dos Ramos - Santurio
10h00: Missa e Bno dos Ramos - Paraguai
18h00: Missa no Santurio
19h30: Missa no Santurio
19h30: Missa e Bno dos Ramos - So Joo

 

SEGUNDA FEIRA SANTA:10 DE ABRIL

20h00: Missa da Reconciliao (Celebrao Penitencial) Santurio

 

TERA-FEIRA SANTA: 11 DE ABRIL

20h00: Missa Mariana: As Dores de Maria e encerramento dos encontros da Campanha da Fraternidade - Igreja da Aparecida

 

QUARTA FEIRA SANTA: 12 DE ABRIL

19h30: Missa da Unidade e Bno dos leos no Santurio Nossa Senhora de Ftima - Lins.

 

QUINTA-FEIRA SANTA: 13 DE ABRIL

17h00: Missa da Instituio da Eucaristia (Idosos e enfermos) Santurio
20h00: Missa da Instituio da Eucaristia (Lava-Ps) no Santurio e nas Comunidades Ftima, So Joo.
22h00: Viglia Eucarstica

 

SEXTA-FEIRA SANTA: 14 DE ABRIL

6h00: Via-Sacra Penitencial - Santurio
8h00: Incio da Viglia Eucarstica Salo Paroquial
10h00: Celebrao do Perdo - Santurio
15h00: Celebrao da Paixo e Adorao da Cruz no Santurio e nas Comunidades Ftima e So Joo
19h30: Procisso do Senhor Morto - Santurio
OBS. Trazer velas.

 

SBADO SANTO: 15 DE ABRIL

20h00: Missa Solene da Viglia Pascal no Santurio e nas Comunidades So Joo e Ftima.

 

DOMINGO DE PSCOA: 16 DE ABRIL

5h00: Caminhada da Ressurreio e Missa no Santurio
8h00: Batizados - Santurio
9h00: Missa na Comunidade So Pedro
10h00: Missa no Santurio
18h00: Missa no Santurio
19h30: Missa no Santurio

 

ORAO PARA O DOMINGO DE PSCOA

Cristo Ressuscitado, da Morte Vencedor, por tua vida e amor mostrastes a face do Senhor.

Por tua Pscoa, o cu e a terra uniste e o encontro com Deus a todos permitiste.

Por ti, Ressuscitado, os filhos da luz nascem para a vida eterna e abre-se para os que crem as portas do Reino dos Cus.

De ti recebemos a vida que possuis em plenitude, pois nossa morte foi redimida pela tua e em tua ressurreio nossa vida ressurge e se ilumina.

Volta a ns, nossa Pscoa, teu semblante redivivo e permita que, sob teu constante olhar, sejamos renovados por atitudes de ressurreio e alcancemos graa, paz, sade, felicidade para contigo revestir de amor e imortalidade. Amm!

 

OS FRADES, DICONOS E FUNCIONRIOS DA PARQUIA-SANTURIO SO FRANCISCO DE ASSIS DESEJAM A TODOS UMA FELIZ E SANTA PSCOA.

 

A ESPIRITUALIDADE DA SEMANA SANTA


A Semana Santa o ponto alto do Ano Litrgico. A espiritualidade da Semana Santa perpassa o Domingo de Ramos e da Paixo, o sacramento da reconciliao, a Quinta-feira Santa, a Sexta-feira da Paixo, o Sbado de Aleluia, a Viglia Pascal e o Domingo da Ressurreio.
A liturgia da Semana Santa ajuda-nos a permitir que Jesus entre em nossas vidas. Na Semana Santa, acompanhamos o Mestre no amor-sofrimento e aprendemos dele a confiar em Deus, que transforma a morte em ressurreio.
Desde os primrdios da Igreja, as comunidades quiseram recordar os ltimos acontecimentos da vida de Cristo entre ns, o momento sublime do seu sacrifcio em prol da nossa salvao. Muito mais do que uma mera recordao dos fatos, as celebraes da Semana Santa so um memorial no qual participamos da salvao realizada por Cristo.

 

Domingo de Ramos e da Paixo 

A celebrao do Domingo de Ramos tem dois momentos: a Beno dos Ramos, com a procisso entusiasmada de louvor; e a Missa, na qual refletimos sobre o Mistrio Pascal a paixo, morte e ressurreio de Cristo. Participar da Procisso de Ramos acolher Cristo como o Bendito que vem em nome do Senhor, demonstrando que Ele o centro de nossa vida. Os ramos so um sinal do encontro com Cristo em sua caminhada Jerusalm. Ao levarmos os ramos para casa, simbolizamos nosso compromisso com Cristo de acompanh-lo at a Casa do Pai, no Reino dos Cus.

 

Segunda, Tera e Quarta-Feira da Semana Santa

Passado o Domingo de Ramos; na segunda, tera e quarta-feira da Semana Santa, a liturgia nos apresenta Cristo em sua misso de Messias Redentor que se encaminha para o sacrifcio pela salvao do mundo. A espiritualidade destes dias pode ser resumida pelas palavras presentes no Prefcio da Paixo II: J se aproximam os dias da sua Paixo salvadora e Ressurreio gloriosa, pelo quais vencida a soberba do antigo inimigo e se faz memria do Sacramento da nossa redeno.
Os evangelhos relatam os ltimos acontecimentos da vida de Jesus, deixando clara a inteno de Judas de trair o Senhor. Dominado pelo mal, Judas expresso do mundo das trevas, representando o inimigo que persegue o justo. Nestes dias, a Igreja medita a Paixo de Cristo como fonte de vida eterna, perdo, graa da ressurreio e esperana da eternidade junto a Deus.

 

Quinta-feira Santa Incio do Trduo Pascal

A Quinta-feira Santa o comeo do Trduo Pascal. No cenculo, Jesus se revela como Mestre e diz o que preciso para entrar em seu discipulado. Conta o Evangelho de Joo que, aps lavar e enxugar os ps dos discpulos, Jesus disse: Vocs me chamam Mestre e Senhor e eu o sou. Se eu lhes lavei os ps, vocs devem lavar os ps tambm uns dos outros (Cf. Jo 13, 12-14). Eram os servos e os escravos que se ajoelhavam no cho, retiravam as sandlias, lavavam e secavam os ps dos senhores. Jesus se faz servo e prope aos discpulos a prtica do amor servial.
Na manh da Quinta-feira Santa, o bispo rene o clero da diocese e preside a Missa do Crisma ou dos Santos leos. a solene renovao da ordem, o sacramento do servio amoroso, cuja origem vem do mandato de Jesus na ltima ceia: Fazei isto em memria de mim (Lc 22,19). Os sacerdotes so revestidos do ministrio de Jesus, e, em seu nome, servem o povo de Deus. O bispo consagra o leo do crisma e os leos que sero usados no batismo e na uno dos enfermos. Cada sacerdote recebe uma medida, em sinal de
unidade da Igreja ao redor de Cristo Mestre, Servidor e Sacerdote. Em nossa diocese esta celebrao realizada na noite de quarta-feira para facilitar a locomoo e a participao dos fiis.
A liturgia da noite de Quinta-feira Santa celebra a instituio da Eucaristia.



A transladao
A transladao conclui a liturgia da Quinta-feira Santa. Aps a celebrao eucarstica, o po consagrado transferido para um altar lateral da igreja, diante do qual os fiis fazem viglia, acompanhando Jesus na noite de sua priso e agonia. A simplicidade e o silncio do po eucarstico envolvem o mistrio da presena de Cristo ressuscitado na comunidade. 



Sexta-feira da Paixo segundo dia do Trduo Pascal

A Sexta-feira Santa, ou da Paixo, o dia mais celebrado na devoo popular. Via-sacra encenada, procisso do Senhor morto, procisso do encontro e at a folclrica malhao do Judas mobilizam o sentimento, a devoo e a f das pessoas.
A Igreja se reveste de um silncio reverente diante da paixo do Senhor. As primeiras comunidades crists, ao comunicarem o Evangelho, evitavam dizer que Jesus havia sido crucificado. Era loucura e escndalo crer em um traidor que fora condenado ao suplcio da cruz. Nossos sofrimentos no se aproximam do que Jesus sofreu por ns. um grande mistrio: se Deus pode tudo, no poderia salvar o mundo sem que Jesus passasse pela cruz? Pode-se dizer que Deus provou seu amor e sua solidariedade, passando por tudo o que ns passamos: a dor e a morte.
Essa a loucura da cruz de que fala o apstolo Paulo. Uma pessoa apaixonada faz qualquer loucura e no mede sacrifcios e riscos para agradar o ser amado. o que Deus fez por ns. A Semana Santa nos convida a refletir, a contemplar esse amor e a deixar que ele nos transforme em pessoas novas, libertadas do pecado e santificadas pela morte e ressurreio de Jesus.



Sbado de Aleluia Terceiro dia do Trduo Pascal

A paz esteja convosco!
O Sbado Santo ou de Aleluia reservado ao silncio e esperana amorosa da ressurreio. Enquanto o Senhor desce s profundezas da condio humana mortal e vence o poder da morte eterna, a Igreja espera, ansiosa e confiante, na certeza de que Ele vive e, em breve, ecoar por todo o universo o Aleluia pascal, a passagem de toda a criao para a vida nova, libertada e definitiva. A f e a esperana revestem o corao humano de paz.
A paz o dom que o Ressuscitado compartilha com os discpulos em forma de saudao: a paz esteja convosco. A paz conquistada por quem enfrentou e venceu a mais terrvel e dolorosa luta e entregou a vida por amor. A paz que reveste o corpo chagado e glorioso do Ressuscitado com o manto branco da ressurreio, dom do Pai e ao do Esprito Santo.



Viglia Pascal

A Viglia Pascal o rito mais longo do Ano Litrgico e tambm mais importante por proclamar solenemente a ressurreio de Cristo, fundamento da f. oficiado aps o escurecer do Sbado Santo, porque conforme a sagrada tradio judaica, ao anoitecer celebra-se o comeo do dia seguinte. Portanto, na Viglia, j proclamada a ressurreio do Senhor e, com Ele, toda Igreja passa da morte para a vida. Faz-se a renovao das promessas do batismo e a ceia eucarstica, na qual o Irmo Ressuscitado rene seus irmos e irms na partilha do po.
A Viglia comea com o acendimento do fogo novo. O significado do fogo na Bblia a proximidade de Deus e sua comunicao com o ser humano. No Evangelho, o prprio Jesus nos aconselha a estarmos em viglia, com tochas nas mos, espera da vinda do Senhor (cf. Lc 12,35). O Crio Pascal  aceso no fogo novo e entra na igreja escura. Simboliza a luz de Cristo ressuscitado que renova a criao e a liberta das trevas do pecado e da morte. A luz de Crio espalhada pelas velas que os fiis tm nas mos, smbolos do batismo, pelo qual cada criatura renasce na luz de Deus.
A seguir, feita a solene proclamao pascal, que narra em forma de versos a ao libertadora de Deus, desde a pscoa do Egito, at a ressurreio de Cristo. A proclamao une a voz de toda a Igreja ao louvor que os anjos e os santos dirigem ao Senhor Glorioso no cu. A liturgia da Palavra faz memria da ao libertadora de Deus, que promete o Salvador e cumpre a promessa em Cristo Ressuscitado, o novo Ado, no qual todas as criaturas recebem vida nova. Em resposta libertao oferecida por Cristo, a Igreja renova a aliana do batismo, cujo smbolo principal a gua.
Segue a celebrao da Eucaristia, na qual todos os que foram libertados e recriados so chamados mesa, como filhos e filhas de Deus e irmos do Filho Primognito que, ao abrir a porta do tmulo, franqueou para todos as portas da casa do Pai.


Domingo da Ressurreio CRISTO RESSUSCTIOU, ALELUIA!!!

A ressurreio de Jesus o ponto culminante da Semana Santa e do Ano Litrgico. Conforme os relatos dos Evangelhos, a primeira pessoa a receber a comunicao de Cristo ressuscitado foi Maria Madalena, a discpula que mais o amava.
A f crist nos assegura que a meta da vida a ressurreio. Porm os mistrios de Deus no cabem em nossa capacidade de compreender.
O apstolo Paulo, ao explicar a ressurreio aos cristos que tinham as mesmas dvidas que ns temos hoje, menciona muitas vezes, em vrias cartas, que Cristo transformar nosso corpo de morte e o far semelhante ao seu corpo glorioso.
Mas no captulo 15 da Primeira Carta aos Corntios que ele escreve com mais clareza: diz que o ato de enterrar o corpo de uma pessoa como plantar uma semente na terra. A semente apodrece para dar vida a uma planta da mesma natureza dela.
Assim o corpo ressuscitado, novo, nasce do corpo que morreu, no o mesmo, mas nasceu dele, como a planta nasce da semente.
a mesma pessoa, libertada de todos os limites e sofrimentos da vida humana e transformada, pela graa de Deus, em pessoa plena, realizada, gloriosa e totalmente feliz.
Com a ressurreio, Deus completa, por seu amor, aquilo que ainda nos faltava para sermos discpulos de Jesus e alcanarmos a santidade. Deus nos d de presente aquilo que ns no fomos capazes conquistar por nossas prprias foras. E esse presente a salvao, obtida para ns pela morte de Jesus. O que nos cabe na morte aceitar o amor e deixar que ele nos transforme e nos faa santos como Deus deseja.

 
 
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