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FAMÍLIA FORMADORA DOS VALORES HUMANOS E CRISTÃOS- 09/08/2013

FAMÍLIA, FORMADORA DOS VALORES HUMANOS E CRISTÃOS
 
 
            . A Igreja Católica no Brasil comemora o mês de Agosto, como mês das Vocações. Esta foi uma indicação da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) na Assembléia Geral de 1981. Em 1983, reforçando esta caminhada foi celebrado em todo Brasil um ano vocacional. O objetivo principal foi o de instituir um tempo, o mês de agosto, voltado prioritariamente para a reflexão e oração pelas vocações e os ministérios. A Igreja, cumprindo a ordem de Jesus, deve rezar ao Senhor da Messe para que envie operários para a sua Messe (Mt 9,38). A nova evangelização necessita de muitos e qualificados evangelizadores: cristãos e cristãs leigos, consagrados e consagradas totalmente doados ao Reino, ministros ordenados que sejam verdadeiros pastores e sinais de comunhão e unidade do povo de Deus.
 
            Nesta segunda semana estamos refletindo sobre a vocação para a vida em família (atenção especial aos pais), tendo presente o dia dos pais que hoje celebramos.  È a oportunidade, para mais uma vez, se insistir no valor da família, que sofre violência e agressão, em seu sentido e valores. A vocação da família se expressa na aliança da Trindade com a humanidade na continuidade e garantia de vida plena. Concretiza o projeto de Deus para os seres humanos que é vida e dignidade. “No seio de uma família, a pessoa descobre os motivos e o caminho para pertencer à família de Deus. Dela recebemos a vida que é a primeira experiência do amor e da fé. O grande tesouro da educação dos filhos na fé consiste na experiência de uma vida familiar que recebe a fé, a conserva, a celebra, a transmite e dá testemunho dela. Os pais devem tomar nova consciência de sua alegre e irrenunciável responsabilidade na formação integral dos filhos” (DA 118). A Igreja têm a responsabilidade de anunciar e propor a família e seus valores fundamentais para que a vida não se perca e o Evangelho seja vivido e anunciado.
 
            Um dos principais desafios que a família cristã enfrenta é o de formar a consciência moral dos filhos, numa época na qual os valores morais vão sendo diluídos. Isto torna muito mais importante do que nunca que os filhos sejam educados no amor à verdade objetiva – baseada na natureza humana e na lei revelada -, à justiça, à caridade e à pureza de corpo e de alma. Dificilmente os mais jovens saberão resistir à onda hedonista e relativista sem o aprendizado em família, o exemplo e o apoio dos pais. Urge, portanto, recolocar a família em seu devido contexto, como lugar principal e privilegiado de formação e educação, transmissora das virtudes e valores.
            É no lar, e somente ali, que se podem desenvolver “alguns valores fundamentais que são imprescindíveis para formar cidadãos livres, honestos e responsáveis, por exemplo, a verdade, a justiça, a solidariedade, a ajuda ao débil, o amor aos outros por si mesmos, a tolerância, etc.”  De pouco adiantará os governos se preocuparem em desenvolver o ensino, dotarem as escolas de equipamentos sofisticados e caros e investir na formação de professores, sem antes procurar fortalecer a instituição da família. Difícil será, sem a ajuda dela, combater a criminalidade, a corrupção e tantas outras mazelas.A superação de todos os problemas da sociedade moderna – seja no nível psicológico, seja no social ou político – está condicionada à revitalização da sua célula básica: a família. A missão confiada aos pais não é assegurada somente quando os filhos são apenas crianças. Os pais precisam ser bons mestres tanto nos ensinamentos como em atitudes, e isso não cabe a nenhuma escola. Muitas vezes, o acúmulo de coisas e outras preocupações pertinentes aos genitores fazem passar despercebido o fato de que a formação do caráter dos filhos depende deles.
            Numa casa, nos finais de semana, sempre há muitas coisas para ser resolvidas; outras para ser consertadas, entre outros. E quase sempre, na tagarelice de criança, estará o filho rodeando o pai simplesmente para estar junto dele, ou para espalhar suas ferramentas. O filho – sem ter conhecimento - dispõe ao pai uma oportunidade de fortalecer vínculos e de fazer de uma simples tarefa doméstica uma experiência inesquecível para ambos; mesmo quando ele [o filho] inventa brincadeiras no mesmo local onde o pai está trabalhando. São esses momentos que propiciam maior intimidade entre pais e filhos, por mais breve que sejam eles. Certamente, em pouco tempo, já não estarão mais interessados em ajudar a apoiar uma escada, nem a lavar o carro ou arrumar uma antena...
            Nossas crianças não crescem já conhecendo sobre o que é certo e errado, tampouco têm idéia sobre a necessidade de se esperar o momento adequado para ganhar o presente que desejam ou ainda fazer aquilo que bem entendem como se o mundo girasse ao redor delas. Por outro lado, a missão de pai não termina com a chegada da juventude do filho. Rapidamente outras atividades vão tomar parte da vida de nossos jovens e não permanecerão eternamente sob as sombras dos pais. Dentre as novas ocupações, também vão estar o “compromisso” de responder e-mails, atualizar seus contatos em sites de relacionamentos, entre outras coisas.
            A missão de ser pai acompanha o homem a vida toda. Neste Dia dos Pais queremos louvar a Deus por todos os pais que assumem a missão da paternidade como graça e presente de Deus. Que nosso Pai, fonte de toda vida, abençoe a cada pai cumulando-os das graças necessárias para cumprir tão árdua, exigente e bela missão...
            Feliz Dia dos Pais.
 
Fr. Adalto Antônio
 
 
 
 
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