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Domingo de Ramos- 25/03/2013

                                                        Domingo de Ramos
É a partir desse domingo que começa solenemente a Semana Santa. A celebração do Domingo de Ramos tem dois momentos: a Bênção dos Ramos, com a procissão de louvor e a Missa, na qual refletimos sobre o Mistério Pascal – paixão, morte e ressurreição de Cristo.
Neste dia se entrecruzam as duas tradições litúrgicas que deram origem a esta celebração: a alegre, festiva e grandiosa liturgia da Igreja (Jerusalém), que se converte em mímesis, imitação do que Jesus fez em Jerusalém, e a austera memória (anámnesis) da paixão que marcava a liturgia de Roma. Liturgia de Jerusalém e de Roma, juntas em nossa celebração. Com uma evocação que não pode deixar de ser atualizada.
Vamos com o pensamento à Jerusalém santa e pecadora, subamos ao Monte das Oliveiras, lembremos do gesto de Jesus, gesto profético, que entra como Rei pacífico, Messias aclamado primeiro e depois condenado, para cumprir em tudo as profecias.
Por um momento aquelas pessoas reviveram a esperança de ter já consigo, de forma aberta e sem subterfúgio, aquele que vinha em nome do Senhor. Ao menos assim o entenderam os mais simples, os discípulos e as pessoas que acompanharam o Senhor Jesus como um Rei.
São Lucas não falava de oliveiras, nem de palmas, mas de pessoas que iam estendendo suas roupas pelo caminho, como se recebe um Rei, que gritavam: “Bendito o rei, que vem em nome do Senhor! Paz no céu e glória nas alturas!” (Lc 19,38)
Palavras de evocação, as quais anunciaram o nascimento do Senhor em Belém, aos mais humildes.
Com a liturgia de Roma, ao contrário, entramos na Paixão e antecipamos a proclamação do mistério, com um grande contraste entre o caminho triunfante do Cristo do Domingo de Ramos e a via-crúcis dos dias santos.
“Pai, em tuas mãos entrego o meu espírito”. Este é o evangelho, esta é a nova notícia, o conteúdo da nova evangelização. Esse é o paradoxo do nosso Deus, o mistério da aparente debilidade de Jesus Cristo que se demonstra o cume do seu amor! Era o anúncio do amor de um Deus que desce conosco até ao abismo do que não tem sentido, do pecado e da morte, do absurdo grito de Jesus em seu abandono e em sua confiança extrema no Pai e extremo amor ao ser humano; sacrifica-se por todos, sacrifica-se para resgatar a humanidade! Esse é o amor extremo, é a paixão!
Frei Juracy Aguiar, OFMCap (membro da Procasp)
 
 
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