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PASTORAL DO DÍZIMO

Dízimo é um ato de fé, de compromisso, de gratidão e de reconhecimento a Deus pelo que Ele é e pelo que fez e faz por nós. Ao oferecer o Dízimo o cristão expressa a sua convicção de pertença a Deus, tanto de si mesmo como de tudo o que possui. Antes, portanto, de ser partilha o Dízimo é ação de graças.

É importante saber que, por intermédio do Dízimo, o cristão reconhece que deve devolver, retribuir a Deus uma parte dos bens que lhe são dados pelo mesmo Deus. Ao conseguirmos algo, é porque Deus quer e permite. Essa atitude deve levar cada um de nós a conscientização de que fazemos parte de uma comunidade pela qual cada um de nós é responsável.

Evangelizar é dever de todo cristão e é uma tarefa árdua, ampla e difícil, que deve ser feita com muito amor. O Dízimo possibilita esta evangelização.

Quando você vem à Igreja participar da Santa Missa, percebe que tudo que existe aqui é para o seu próprio bem. Você encontra tudo que é necessário para uma boa celebração. Você entra e senta nos bancos, está tudo limpo; olha para o altar, velas acessas e flores. Olha para cima, a luz está iluminando, o sistema de som funcionando, e não percebe que alguém está contribuindo para que isto aconteça. Não podemos esquecer, ainda, a compra de materiais e utensílios litúrgicos (hóstias, cálices, cibórios, folhetos litúrgicos, etc.), a conta de água, telefone, material para a secretaria, salário do padre e dos funcionários, manutenção da igreja, despesas pastorais, com a formação, com a manutenção dos locais de reunião, da casa paroquial, despesas com a promoção humana e social, etc. Para atender todas estas necessidades e outras aqui não mencionadas a paróquia necessita do Dízimo de todos.

Dízimo e oferta não são a mesma coisa --> DÍZIMO é um compromisso assumido com a comunidade; é um direito e um dever que leva a uma contribuição regular e estável através da qual a paróquia se mantém. A OFERTA, por sua vez, é um gesto espontâneo, dado quando possível e sem a necessidade de uma quantia estável. Ambos – dízimo e oferta – se complementam e são a base de sustentação de uma comunidade organizada e evangelizadora.

Embora a palavra Dízimo tenha o significado de décima parte, ou dez por cento, cada pessoa deve livremente definir, segundo os impulsos de seu coração, qual seja o percentual de seus ganhos que deve destinar ao dízimo a ser entregue para a sua paróquia.

A responsabilidade pela organização do Dízimo cabe a Pastoral do Dízimo. Para que haja uma boa organização, é necessária muita evangelização.

A Equipe da Pastoral do Dízimo tem esta missão: conscientizar os paroquianos sobre sua responsabilidade para com a comunidade onde vivem e da qual fazem parte.

O objetivo primeiro da Equipe da Pastoral do Dízimo é:

conscientizar os fiéis sobre a dimensão bíblica, teológica e espiritual do Dízimo;

mostrar que o Dízimo é um ato de fé, de esperança e de caridade;

testemunhar a alegria de uma vida agradecida a Deus, através da oferta mensal do Dízimo;

apresentar o Dízimo como condição central da experiência de comunhão e participação e, portanto, da experiência de ser e de agir como Igreja.

O papel preponderante da equipe da Pastoral do Dízimo é o de ser conscientizadora. Mas há tarefas a serem executadas. Tarefas de cadastro de dizimistas, preencher o relatório do dízimo ao final das missas, redação e remessa de correspondências diversas aos dizimistas, confecções de cartazes, participações eventuais nas celebrações comemorativas e muitas outras circunstâncias que podem surgir. Não se pode esquecer um fator muito importante que é a prestação de contas, regular e periódica, das arrecadações do Dízimo.

Você que sente vontade de se inscrever como dizimista, procure a Equipe de Plantão durante as missas ou na Secretaria da Paróquia, fazendo o seu cadastro.

E você que suspendeu temporariamente a sua contribuição, renove a sua aliança de gratidão com Deus.

Olhe para a frente, recomece a partir deste mês.

 

 DÍZIMO: PERGUNTAS E RESPOSTAS

 

01
O que é dízimo?
É uma contribuição voluntária, regular, periódica e proporcional aos rendimentos auferidos, que todo batizado deve assumir como sua obrigação, mas também seu direito em relação à manutenção da vida da Igreja local onde participa.
02
Então a pastoral do dízimo deve ser constituída para arrecadar dinheiro para a Paróquia?
Embora a conseqüência natural da implantação do dízimo seja um crescimento na arrecadação paroquial o objetivo da organização da pastoral do dízimo nunca deveria ter essa conotação de resolver o problema de caixa da paróquia, mas conscientizar o paroquiano da sua responsabilidade com a comunidade da qual faz parte.
03
Nesse caso, o que justifica a organização da pastoral do dízimo na paróquia?
Sabemos que a diocese tem um plano de pastoral e que em, certa medida, tudo o que acontece ao nível da diocese deveria acontecer na paróquia. Logo, todas as pastorais que existem na diocese, ou ao menos aquelas possíveis em cada paróquia, deviam ali existir.O bom desempenho pastoral na Igreja depende do harmônico funcionamento das diversas pastorais e a pastoral do dízimo tem o seu papel importantíssimo na pastoral de conjunto.
04
Qual é a importância da pastoral do dízimo para a paróquia?
Para que aconteça uma pastoral de conjunto dinâmica e atuante é necessário que todos contribuam. A participação não é meramente financeira mas implica também na doação pessoal à comunidade de tempo e talentos. A equipe paroquial da pastoral do dízimo tem preponderantemente o papel de conscientizar cada participante da comunidade de sua responsabilidade em contribuir em todos os sentidos para com essa mesma comunidade e toda a Igreja.
05
Quais as tarefas próprias da equipe paroquial da pastoral do dízimo?
O seu papel preponderante é o de ser conscientizadora. Mas há tarefas a serem executadas. Tarefas de cadastro de dizimistas, arrecadação do dízimo ao final das missas, redação e remessa de correspondências diversas aos dizimistas, confecções de cartazes, visitas, participações eventuais nas celebrações comemorativas do dízimo e muitas outras circunstâncias que podem surgir, sem esquecer de um fator muito importante que é a prestação de contas regulares e periódicas à comunidade das arrecadações e gastos ocorridos.
06
Pelo tipo de tarefas mencionadas parece que somente deveriam membros desta pastoral os executivos, advogados, contadores, secretárias e profissionais administrativos?
Se considerarmos apenas as tarefas de organização, cadastro e organização é provável que a resposta seja sim, mas lembremo-nos que a principal função da equipe paroquial da pastoral do dízimo é o de ser conscientizadora da necessidade de todos serem dizimistas.
07
Se alguém participa regularmente da comunidade pode ser membro da equipe paroquial da pastoral do dízimo?
A condição essencial para ser membro da equipe paroquial é a de ser um dizimista consciente, o que implica em freqüência e participação assíduas, independente de status social, intelectual ou profissional.
08
Após todas as perguntas e respostas anteriores não fica ainda a impressão de que a pastoral do dízimo seja na verdade uma forma de resolver o problema da falta crônica de dinheiro nas paróquias?
Não. A falta crônica de dinheiro nas paróquias é uma conseqüência. A causa é a falta de conscientização da responsabilidade de todo batizado em participar e cooperar para sustentar a vida de sua comunidade de fé.
09
Onde devo levar o dízimo?
"Então, ao lugar que o Senhor, vosso Deus, escolheu para estabelecer nele o seu nome, ali levareis todas as coisas que vos ordeno: vossos holocaustos, vossos sacrifícios, vossos dízimos, vossas primícias e todas as ofertas escolhidas que tiverdes prometido por voto ao Senhor". (Dt. 12,11s). O dízimo pertence a Deus e é no Templo que deve ser entregue, ou seja, na nossa paróquia onde participamos regularmente. Levar um auxílio a um pobre, fazer um donativo a uma instituição beneficente são obras muito boas e agradáveis a Deus mas não são dízimos e não nos isentam de contribuir com o dízimo.
10
Quando devo contribuir com o meu dízimo?
O dízimo, sendo uma contribuição regular e periódica e proporcional ao ganho de cada dizimista, deve ser entregue na comunidade com a mesma regularidade que acontecem o recebimento desses ganhos. Normalmente costuma ser mensal.
11
Qual deve ser a porcentagem utilizada para o dizimista para definir a sua contribuição?
Embora a palavra dízimo tenha o significado de décima parte, ou dez por cento, cada pessoa deve livremente definir, segundo os impulsos de seu coração, sem tristeza e nem constrangimento, qual seja o percentual de seus ganhos que deve destinar ao dízimo a ser entregue para a sua comunidade. No entanto, a experiência tem comprovado que aqueles que, num passo de fé e respondendo à promessa de Deus em Malaquias 3,10 - optaram pelo dízimo integral dos 10 por cento - não se arrependeram de tê-lo feito e nem sentiram falta em seus orçamentos, ao contrário sentem-se mais abençoados que antes, quando suas contribuições eram proporcionalmente menores. De qualquer modo, cada dizimista deve sentir-se livre diante de Deus para fixar o percentual de sua contribuição.
12
Todos os domingos participo da missa e faço a minha oferta no momento próprio do ofertório. Mesmo assim devo contribuir com o dízimo?
De fato, a liturgia prevê um momento em que somos convidados a oferecer os nossos dons diante do altar do Senhor e nesse momento ninguém deve comparecer de mãos vazias (cf Dt. 16,10.15-17). Oferecemos o que trazemos em nosso íntimo e também fazemos a nossa oferenda material. Não participar desse momento especial da liturgia é não participar da Missa plenamente. Mas quando fazemos a nossa oferta na Missa não estamos isentos de contribuirmos com o nosso dízimo e nem mesmo de darmos esmolas e praticar outras obras de caridade.

 

DEZ  BOAS  RAZÕES  PARA  SER  DIZIMISTAS

 

01
O dízimo é uma profunda relação entre você e Deus.
02
Ofertar o dízimo é reconhecer os dons gratuitos recebidos do Pai, retribuindo, de forma justa, parte do que d'Ele você recebeu.
03
Com seu dízimo você ajuda a manter a comunidade religiosa, patrimônio de todos.
04
O dízimo é, também, para manter os que vivem para o Evangelho.
05
O dízimo que você oferece vai se transformar em Evangelho, em remédio, em pão, em missão.
06
Você vai se sentir extremamente gratificado quando verificar, daqui a algum tempo, o que o seu dízimo tornou possível.
07
Em vez de se sentir obrigado, você vai ficar agradecido a Deus por lhe dar condições de participar com seu dízimo.
08
A prática do dízimo integra, cada vez mais, a pessoa à comunidade.
09
A sua oferta permanente tornará vitoriosa a Pastoral do Dízimo.
10
Com a oferta do dízimo, você será participante ativo na construção do Reino de Deus.
 

 

OS MANDAMENTOS  DO  DIZIMISTA 

 

1º. Encarar o dízimo como expressão de partilha, em conseqüência de pertença a uma comunidade que se tem o dever de sustentar, sob pena de se adotar o comportamento incoerente dos que integram uma família e nada fazem para mantê-la;
2º. Banir, da mente, toda e qualquer idéia do dízimo como esmola, porquanto assim considerá-lo é passar, a Deus, o atestado de mendigo, coisa inadmissível por ser Ele o Senhor de todos e de tudo. Quando se Lhe dá alguma coisa não é para mostrar ser Ele necessitado daquilo que se Lhe dá, mas para revelar que tudo Lhe pertence;
3º. Dar o dízimo máximo que se puder oferecer, levando-se, em conta, as seguintes realidades - Se o que se está oferecendo é tudo que se pode ofertar, se aquilo com o que se está contribuindo em matéria de dízimo é proporcional ao que se gasta em outras coisas (roupa, viagens, bebida, fumo, diversões etc.);
4º. Oferecer o “dízimo” sem buscar, de Deus, recompensa, de imediato, pelo que se está Lhe ofertando, lembrando-se de que a recompensa da oferta está no próprio ofertar;
5º. Cumprir o sagrado dever do dízimo com fidelidade (assiduidade), sem jactância (isentando-se de fazer comparação entre o que dá e o que os outro dão), com alegria (sem reclamar do que se está contribuindo, ainda porque o Senhor só concede o prêmio ao doador alegre);
6º. Conscientizar pessoas outras não dizimistas a que o sejam mostrando-lhes que ninguém pode acreditar na convicção religiosa de alguém descomprometido do seu sustento;
7º. Manter o cumprimento do dízimo não em razão dos pastores de sua Igreja, mas em função da Igreja, sejam quais forem os seus pastores;
8º. Evitar fazer coro com aqueles que alegam a doação de seu dízimo, valendo-se de sua condição de dizimistas para exigir tudo da Igreja sem a contemplarem com qualquer outra generosa colaboração;
9º. Rezar diariamente a “oração do dizimista”, também, como meio de manter acesa a chama da partilha que culmina nas mãos, mas se acende no coração.
10º. Procurar crescer na fé e na caridade, como sustentáculos de sua capacidade de doação, consciente de que ser dizimista não é só conseqüência de possuir, mas, antes, de crer e, sobretudo, de amar.

 
 
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