Penápolis, Sexta-Feira, 24/11/2017 PrincipalFale conosco
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Bom Jesus
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Oração ao Bom Jesus

Senhor Bom Jesus, meu divino amigo, amigo de todos, olhai para nós e dai-nos o pão de cada dia, ajudai aqueles que não têm trabalho e nem teto. Ajudai-nos a ser firmes na fé e na esperança; defendei-nos dos perigos e do pecado; ajudai-nos a vencer as dificuldades que hoje vamos encontrar. Velai sobre minha família guiando-nos sempre pelo caminho que nos leva até vós. Perdoai-nos, Senhor, e abençoai os nossos desejos para o dia de amanhã. Senhor Bom Jesus, eu vos ofereço todo o meu dia, meu trabalho, minhas lutas, minhas alegrias e minhas dores. Concedei a mim e a toda a minha família a vossa bênção e uma vida feliz. Senhor Bom Jesus, nosso Padroeiro, abençoai a todos nós. Amém.

A devoção ao Cristo Sofredor

Fala-se com certa freqüência do destaque que os fiéis se dão às devoções ligadas à Paixão de Cristo, as Via-Sacras, os Calvários, as procissões do encontro e do enterro, lamentando-se que outras devoções, que apresentam o Senhor vivo e ressuscitado, não tenham tanto destaque.

A esse fato são dadas, normalmente, explicações de cunho psicológico: o povo sofredor identifica-se mais com o Cristo padecente, com a Senhora das Dores, do que com o Cristo ressuscitado e vencedor.

Deve-se notar que a devoção à Paixão de Cristo está solidamente apoiada na mais autêntica tradição latino-americana.

A espiritualidade latino-americana tem suas raízes nos santos espanhóis do séc. XVI (Santa Teresa d’Ávila, São João da Cruz e Santo Inácio de Loyola) e no movimento espiritual iniciado por eles. Nesta espiritualidade tem grande destaque a devoção à santa humanidade de nosso Senhor Jesus Cristo, que aparece com mais evidência nos momentos de maior fragilidade de Jesus, o presépio e o Calvário.

Ora, tal devoção está em perfeita sintonia com as Sagradas Escrituras. Basta lembrarmos as palavras de Paulo: “os judeus pedem sinais, como os gregos buscam a sabedoria. Nós, porém, pregamos Cristo crucificado, escândalo para os judeus, loucura para os pagãos (1Cor 1, 22-23) ...entre vós, não quis saber coisa alguma, a não ser Jesus Cristo, e este, crucificado” (1Cor 2, 2). Ainda, no Evangelho de João, é na cruz que Cristo aparece “elevado da terra”, atraindo todos a si (Jo 12, 32), na cruz ele é proclamado como rei (Jo 19,19). Mais ainda, o destaque dado à Paixão do Senhor pelos evangelistas é claramente percebido pelo número de capítulos que são dedicados à ela. Se outras passagens são descritas brevemente (inclusive a ressurreição!) muitas linhas são gastas descrevendo os sofrimentos do Senhor.

Por que realçar os sofrimentos e a morte do Senhor? Por que ficarmos lembrando de sua Paixão, se ele está vivo e vitorioso? Para trazer sempre presente ao nosso coração que fomos resgatados, como afirma Pedro, “não por coisas perecíveis, como a prata ou o ouro, mas pelo precioso sangue de Cristo, cordeiro sem defeito e sem mancha” (1Pd 1,18-19); para tomarmos consciência do quanto nossa redenção foi custosa ao Filho de Deus. É somente esta consciência de que o Filho de Deus “me amou e se entregou por mim” (Gl 2,20) que é capaz de suscitar nos corações o amor agradecido, que leva à autêntica vida cristã às vezes ao ponto da radicalidade do martírio. Quem não valoriza a paixão e a morte do Senhor é incapaz de compreender o núcleo do cristianismo, de compreender que o quanto Deus amou o mundo, “a tal ponto que deu seu Filho único, para que todo o que nele crer não morra, mas tenha vida eterna” (Jo 3,16).

Aquele que adoramos como Deus é o mesmo que padeceu por nós. Como o centurião aos pés da cruz, somos convidados a olhar para a imagem de um homem torturado e reconhecer: “na verdade, esse homem era Filho de Deus” (Mc 15,39).

A devoção ao Bom Jesus atesta que estar vivo e presente em nossas comunidades cristãs, a consciência da Paixão e dos sofrimentos do Senhor. Longe de cultuar o ídolo do sucesso e do poder, o povo cristão, iluminado por uma unção que vem do mesmo Cristo (cf. 1Jo 2, 20.27), reconhece seu Deus e Salvador, representado na imagem de um homem sofredor. De fato, são profundas as lições que a piedade popular tem a nos ensinar!

É interessante que o povo cristão mais simples sempre teve um Cristo muito concreto, por mais falho que possa ter sido na plenitude da doutrina. As pessoas simples sempre contemplaram com devoção os mais diversos Cristos representados nas igrejas e até os levaram para casa. Mas o seu Cristo de verdade é sempre o Bom Jesus, aquele sofredor flagelado na coluna, humilhado como rei de irrisão, pregado na cruz e conduzido morto na sexta-feira santa. Podem se encantar com o Menino Jesus no presépio ou nos braços de Maria ou dos santos mas, na hora da verdade, o Cristo que sofre é aquele com quem todos podem se identificar.

Histórico Da Comunidade Bom Jesus


A comunidade iniciou com o casal José Rocha e sua esposa Julia Rocha que veio da Bahia que freqüentavam a Igreja Bom Jesus da Lapa. Esse casal fez uma promessa ao Bom Jesus da Lapa e construíram uma Capelinha aqui na vila São Joaquim por volta do ano 1956.

A partir do ano de 1964 o Frei Afonso Lorenzon convidou o Senhor Luiz Batei para assumir a coordenação da Capelinha. O senhor Luiz Batel era mariano, vicentino, catequista e rezava o terço junto com os fiéis, contanto com a ajuda do sr. Vicente Correia Assi. Nessa época, houve missão na Comunidade. Sob a coordenação do sr. João Borges de Camargo, que era vicentino, foi comprado o terreno no fundo da Capelinha.

A partir do ano de 1969 iniciou a missa uma vez por mês na sexta-feira, além de reuniões de casais uma vez por semana e o orientador era o Frei Marcos.

Os membros reuniam-se muitas vezes para melhoria da Capela, mais era muito dificil por falta de recursos financeiros. Começou participar o sr. Pedro Soares Teixeira, Antonio Fachini e mais diversos casais que faziam círculo bíblico, onde foi surgindo novas idéias e também um grande interesse da comunidade de construir uma nova Capela.

Com a chegada do Frei Saul Perón, como pároco, ele deu um grande insentivo para nossa comunidade convidando a sr. Antonio Cataneo Neto para ser o novo coordenador. Foi aí que a comunidade se animou e fez uma festa junina, com a ajuda do grupo de jovens, em frente a capelinha. Foi quando conseguiram juntar o dinheiro para comprar as telhas da capela e um pouco mais de material. A partir daí foi feito um livro de arrecadação e começaram com a construção da nova capela, com a autorização e insentivo do vigário da época. A capelinha antiga foi totalmente destruída para dar lugar a nova Capela. Por motivo da construção da nova capela as missas eram celebradas nas casas.

A comunidade foi crescendo e formando várias pastorais como: enfermos, juventude, batismo, eucaristia, crisma, catequese todos os grupos de pastorais se reuniam uma vez por semana para reflexão e também havia grupos de reflexão. As missas eram realizadas aos sábados ‘as l7h30min com grande números de pessoas.

A comunidade foi seguindo sua caminhada...

Com a chegada do frei Cícero como pároco ele formou uma nova diretoria incentivando a comunidade para uma nova reforma na capela, pelo fato da mesma estar pequena para os fiéis.

A comunidade hoje é formada de várias pastorais: coroinhas, ministros, dízimo, catequeze, vicentinos, acolhida e grupo de oração.
Temos missas todos os sábados às 18:00 horas, no mês de agosto comemoramos o dia do Padroeiro Bom Jesus (6 de agosto), na comemoração festiva haverá três dias de festas: bingo quermesse e almoço para a comunidade.

Comunidade Bom Jesus

Rua Expedicionário Armando Severim, 118 - Esquina com a rua José Joaquim Pereira - Vila São Joaquim

MISSAS: sábado às 18:00 horas

 
 
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