Penápolis, Sábado, 22/07/2017 PrincipalFale conosco
Busca
Principal Sobre o Santuário Os Freis Evangelho do dia Horários Notícias Fale conosco
 
Cadastre seu e-mail e receba uma mensagem de paz em sua caixa postal todas as semanas
Nome
E-mail
Diocese

     A Região Noroeste do Estado, evidentemente, deveria atrair povoamento. Campos imensos para a criação de gado e cultura. No século passado, até posição de objetivos militares. O velho Anhembi (Tietê) era caminho de penetrações. Cita Fausto Ribeiro de Barros que Martins Barros, em cartas datadas de outubro de 1767, sugeria ao Capitão General de São Paulo, que “a Povoação de Piracicaba viesse à Barra do mesmo Rio, ou nas suas vizinhanças e a de Botucatu, para o Salto de Avanhandava e da de Faxina ao Salto de Itapura”. “Em 1842, famílias mineiras, procedentes de Piumby, quando da revolução, articulada pelos liberais, se localizaram em Belém do Descalvado e, depois, internados nos sertões de Araraquara, alcançaram o Tietê pelo Ribeirão dos Porcos e, pelas barras de seus afluentes, foram fazendo posses”. Santa Cruz do Avanhandava (Penápolis) foi um dos pontos de penetração, como, em 1888, fora Pirajuí, quando o Coronel Joaquim Piza estabeleceu seu domínio em terras que havia adquirido nas vertentes do Rio Feio. Plantou cafezais na “Faca” e no “Acampamento”. Jaú era o centro abastecedor do pessoal, no tempo, numa distância de vinte e quatro léguas, com transportes feitos no lombo de burros e de carros de boi.

    Aos vinte e seis de junho de 1858, era criado o Estabelecimentos Naval do Itapura, a fim de colocar no limite das duas Províncias (São Paulo e Mato Grosso), um núcleo de povoação, assim como regular navegação, que facilitasse todas as co­municações do centro do Império com as nossas forças, colocadas na fronteira do Paraguai. Anteriormente, aos 13 de maio de 1858, fora fundada a Colônia Militar de Avanhandava, “abaixo do Salto, pouco menos de uma légua. No entanto, as terras da Noroeste já eram habitadas. Os aldeiamentos dos Caingangues cobriam a região. O ltapura era visitado pelos Caingangues, pelos Caiapós, que, com os Xavantes, pertencem ao grupo dos Tapuias. O tempo propício às visitas era a piracema. Dos Caingangues ou Coroados resta, na região, apenas um pequeno grupo no Município de Braúna, no Posto lcatu. Em Itapura, ao lado do Palácio do Imperador, levantaram-se prédios de alvenaria, quartel, almoxarifado de armas, igreja, cemitério. A Igreja, à margem do Rio, sobranceira, em um elevado barranco, conferia mística espiritual daqueles rincões. Quanto aos Caingangues, praticamente, na segunda década do século estavam extintos. Ficaram célebres os nomes dos caciques Vahuim, Charin, Duque; dos índios Futoio, Veigmon e da índia Vanuire. Surgem, com o povoamento, os sinais de religiosidade, comumente os Cruzeiros e as Capelas. No Salto de Avanhandavam depois da ponte, na estrada atual que liga Rio Preto a Prudente ou Penápolis, na época, edificada por ordem do Imperador, uma Capela, dedicada a Nossa Senhora do Carmo, a qual recebera das mãos imperiais, sino e imagem. No ano de 1861, os moradores de Avanhandava pedem ao Presidente da Província a criação de um Distrito de Paz naquele lugar. E, no ofício, acrescentam: - A Capela e sacerdote da dita Colônia Militar podem ficar servindo de Capela e Pároco do Distrito. Devido correria e massacres dos índios, sobreveio o despovoamento da região.

No inicio do século, Monsenhor Claro Monteiro do Amaral, numa tentativa de catequese dos índios, morre flechado às margens do Rio Feio, no dia 9 de maio de 1901. Em 1905, iniciava-se a construção da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil. Seus trilhos atingem Itapura em 1910. A marcha do povoamento foi, de 1905 a 1920, a da implantação; a expansão e consolidação de 1920 até 1940. Seguiu-se, depois, o declínio com o êxodo caminhando-se para o domínio das pastagens. O ano de 1908 fora histórico para a Igreja no Estado de São Paulo. Por decreto da Sagrada Congregação Consistorial, com data de 8 de outubro de 1908, foram criadas cinco dioceses, desmembradas da única existente, que era São Paulo. E foram:Taubaté, Campinas, São Carlos, Ribeirão Preto e Botucatu. Até então, em termos de organização eclesiástica, a região da Noroeste pertencia à Paróquia de Bauru, criada por Dom Joaquim Arcoverde de Albuquerque Cavalcanti quando Bispo de São Paulo, aos 21 de junho de 1897. Alcides Silva relata que a Paróquia de Bauru, em linguagem de hoje, abrangia, territorialmente, os atuais Municípios de Piratininga, Cabrália Paulista, Duartina, Gália, Avaí (Jacutinga), Presidente Alves, Pirajui­(São Sebastião do Pouso Alegre), Uru, Reginópolis (Batalha), Cafelândia, Lins (Campestre) e Promissão (Heitor Legru) e parte dos Municípios de Agudos, São Pedro do Turvo, Álvaro de Carvalho (Santa Cecília), Júlio Mesquita (Ouro Branco e Ouro Verde), Guaimbê, Lucianópolis, Getulina e Penápolis. Com a elevação de Botucatu a Bispado, a Noroeste Estado de São Paulo passou a pertencer à nova Circunscrição Eclesiástica, cujo primeiro ­Bispo Dom Lúcio Antunes de Souza tomara posse do Bispado a 20 de fevereiro de 1909.

Santa Cruz do Avanhandava (Penápolis) recebera os Religiosos Capuchinhos aos 25 de junho 1908. No entanto, já tinham estado na região de Avandandava, quando José.­Eduardo Castilho e seu compadre Manoel Bento do Lageado. Frei Bernadino de Lavalle celebrou Missa na Fazenda Lageado e na Olaria do Senhor ManoeI Bento da Cruz que hoje se chama Fazenda Santa Leonor. Na atual Praça 9 de Julho, em Penápolis Frei Bernardino de Lavalle plantara o Cruzeiro. Anteriormente, por escritura pública lavrada aos 7 de dezembro de 1907, em Rio Preto, fora doada à Ordem uma gleba de alqueires de terras, nos campos de Maria China, por José Eduardo Castilho e sua mulher Ana Melvina Castilho. Aos dois de abril de 1909, Dom Lúcio Antunes de Souza criava Curato de Penápolis, com imensa área de território, conforme registro: “a margem esquerda do Rio Tietê, desde o Rio Batalha até o Rio Paraná; a margem esquerda do Rio Batalha, desde sua ida no Rio Tietê até a foz do Rio Batalhinha; daí, pelo divórcio das águas, na Serra dos Agudos e Mirante até as cabeceiras do Rio do Peixe e daí, continuando pela margem direita do mesmo Rio do Peixe até o Rio Paraná”. O Primeiro Cura de Penápolis foi o Padre Frei Boaventura Maria de Aldeno. Visitavam os Capuchinhos, regula mente, as Capelas de Jacutinga, Presidente Alves, Pirajuí, Lins, Promissão, Avanhandava (Campo Verde, Miguel Calmon), Glicério, Coroados, Birigui, Araçatuba. Chegaram até Três Lagoas. Dedicado; entre muitos, foi o Padre Felicíssimo Maria de Prada, sacerdote querido que rezou a primeira Missa em Lins. Atendiam os Capuchinhos também ao Curato de São Jerônimo, na então Diocese de São Carlos. Era formado pela faixa de terra, que vai do Ribeirão Corredeira, acima do Salto do Avanhandava até o Rio Paraná. Fazia parte da Paróquia de São José do Rio Preto. A primeira excursão dos Capuchinhos, em trabalho missionários pelo Curato, foi a 4 de setembro de 1911. Hoje é a região em que estão a Dioceses de Rio Preto e Jales. Há nomes que lembram o Curato; assim Macaúbas, Planalto, Palmeiras, Capitão-Vicente, Fazenda Santa Bárbara, Bela Vista do Chico Pereira Pantaninho, São Jerônimo.

Do ano de 1919 em diante, o Curato foi atendido pelos Capuchinhos de Birigui até que foi criada a Paróquia do Serradão, desmembrada de Rio Preto em 1923.

Em 1912, os Capuchinhos abriram um núcleo de catequese entre os Caigangues na embocadura do Ribeirão das Marrecas, onde hoje se situa a cidade de Panorama no mar­gem esquerda do Rio Paraná. Durou esse trabalho até o ano de 1915. Figura de destaque nos trabalhos missionários foi o Padre Frei Sigismundo de Canazei. Cabe aqui o se­guinte registro: a região em que se alinham os atuais Municípios de Alto Alegre (Faveral), Luiziânia, Braúna, Clementina, Santópolis, Piacatu, (Bela Vista), Gabriel Monteiro (Nova Olímpia), Bilac (Vila Conceição, Nipolândia) foi atendida pelos Capuchinhos, até que se tornaram paróquias. Dom Lúcio Antunes de Souza esteve, por diversas vezes, em visitas pastorais à imensa diocese. Em seu nome, estiveram também, em visitas à Noroeste, Monsenhor Domingos Magaldi e Padre João Belchior.

Aos 12 de dezembro de 1913, tomaram posse da Paróquia de Bauru os Padres Missionários do Sagrado Coração de Jesus. Dois deles, anteriormente, tinham trabalhado em Pouso Alegre e ern Botucatu. Naquele mesmo ano, foram incorporadas, à Paróquia de Bauru, as Capelas de Jacutinga e Presidente Alves. Aos 5 de outubro de 1916, Dom Lúcio Antunes de Souza criou a Capela de Pirajuí (quase paróquia), para facilidade de maior atendimento às Capelas de Presidente Alves, São Benedito da Corredeira, São João Sucuri e inúmeros núcleos e fazendas, que se abriam com a lavoura cafeeira. O primeiro Capelão foi o Padre Amaldo Geerts, M. S. C. Auxiliavam-no outros sacerdotes. Os padres atendiam às Capelas, Povoados, Fazendas, dando assistência periódica ao povo. Cuida­vam, espiritualmente, das atuais paróquias de Presidente Alves, de Pongaí, Guarantã, Cafelândia, das nascentes cidades da Alta Paulista, chegando ao Alto Cafezal, hoje Marília. Seus nomes, e são inúmeros, estão ligados à terra e ao Povo de Deus nesta região. For­mam eles hoje a operosa Província Brasileira dos Missionários do Sagrado Coração de Jesus.

Aos 13 de junho de 1919, é criada a Paróquia de Santo Antônio de Lins. Em 1925, foram criadas as Paróquias de Pirajuí, Presidente Alves, Avaí, Reginópolis, Promissão, Cafelândia (Nossa Senhora do Carmo), Avanhandava, Penápolis, Glicério, Birigui e Araçatuba. Aos 21 de junho de 1926, pela Bula “Ea Est In Praesenti”, do Papa Pio XI, foi criado o Bispado da Noroeste com sede na cidade de Cafelândia. A execução do documento, que deu existência jurídico ­canônica à Diocese, foi feita pelo Padre Victor Maria Cavron, delegado do senhor Bispo de Botucatu, no dia 8 de setembro de 1926.

Compreendia a Diocese duas Regiões do Estado: a chamada Noroeste e a Alta Paulista. A primeira (Noroeste), formada então pela longa faixa de terra entre o Rio Tietê e o Rio Feio, desde Tibiriça às barrancas do Paraná; a outra, formada pelas terras entre o Rio Feio e o Rio do Peixe, de Garça às margens do Paraná. A posse do primeiro Bispo Dom Ático Eusébio da Rocha foi a 9 de Junho de 1929. Viera transferido da Diocese de Santa Maria, no Rio Grande do Sul. Datam de seu governo a criação das paróquias de Garça, Vera Cruz, São Bento de Marília, Santa Isabel de Cafelândia (Catedral), Guaiçara, Guararapes (Imaculada Conceição), Bento de Abreu (Alto Pimenta). Com a elevação de Dom Ático Eusébio da Rocha a Arcebispo de Curitiba, tomou posse o segundo Bispo Dom Henrique César Femandes Mourão, da Congregação Salesiana, transferido da Diocese de Campos. Foi aos 10 de março de 1936. Foram criados por ele as paróquias de Guarantã, Getulina, Bilac, Santo Antônio de Marília, Oriente, Pompéia, Herculândia (Sant’Ana), Tupã, Paulópolis, Bastos, Parapuã (Canaã), Rinópolis, lacri, Valparaíso, Mirandópolis, Guaraçaí, Andradina (São Sebastião), Lins (São João Bosco) e Sabino.

Com o falecimento de Dom Henrique Cesar Fernandes Mourão, houve uma Sede Va­cante de três anos (1945-1948). O Vigário Capitular Monsenhor Victor Ribeiro Mazzei criou as paróquias de Quintana, Lucélia, Osvaldo Cruz, Araçatuba (São João) e Dracena. Aos 22 de agosto de 1948, tomou posse o terceiro Bispo Dom Henrique Gelain, transferido de Cajazeiras, no Estado da Paraíba. Na sua gestão, foram criadas as paróquias de Flórida Paulista, Pacaembu (Curato), Lavínia, Gracianópolis, Tupi Paulista, Lins (São José) Murutinga do Sul, Araçatuba (C. de Maria), Piacatu, Guaimbê, Castilho, Andradina (N. Sra das Graças), Guararapes (São Pedro).

Aos 30 de agosto de 1950, foi transferida a sede da Diocese para a cidade de Lins, com a execução da Bula “Apostolicis Sub Plumbo Litteris”. Dom Henrique Gelain foi primeiro Bispo de Lins. Aos 16 de fevereiro de 1952, foi criada a Diocese de Marília desmembrada, totalmente, da Diocese de Lins, na faixa da Alta Paulista. Aos 15 de maio de 1964, foi instalada a Diocese de Bauru. Da Diocese de Lins, passaram à nova Diocese as paróquias de Arealva, lacanga e Avai.

Com a transferência do Senhor Dom Henrique Gelain para Vacaria, no Rio Grande de Sul, em 1964, foi designado Bispo de Lins o Senhor Dom Pedro Paulo Koop, da Congregação dos Missionários do Sagrado Coração de Jesus, no tempo, Vigário da Paróquia de Santa Terezinha de Bauru. A designação é de 27 de julho de 1964. Tomou posse por procuração aos 13 de novembro do mesmo ano, devido estar em Roma no Concílio Vaticano Segundo.

Fez sua entrada em Lins no dia 14 de março de 1965, quando de sua volta. De 17 de julho de 1964 a 13 de novembro de 1964, foi Vigário Capitular da Diocese Monsenhor Luiz Gonzaga Pasetto. Na referida data, Dom Pedro Paulo Koop tomou posse por procura­ção.

De seu governo, são as paróquias de Barbosa, Alto Alegre, Araçatuba (Bom Jesus) Araçatuba (Santo Antônio), Araçatuba (São José Operário), Gabriel Monteiro, Clementina, Lins (Fátima), Braúna, Luiziânia, Araçatuba (Sant’Ana), Pongaí, Andradina (Bom Pastor), Lins (São Benedito). Trouxe à Diocese sacerdotes religiosos da Congregação dos Montfortinos, os Padres do Espírito Santo, quatro sacerdotes da Arquidiocese de Utrecht um sacerdote da Diocese de Yokohama para a missão nipo-brasileira, dois sacerdotes da Bélgica da colaboração para a América Latina e outros.

Do breve relato histórico, que se fez da Diocese, está patente sua evolução religiosa. Caminhou nas circunstâncias do tempo e das coisas. A fisionomia espiritual da nossa gente refletiu-se, de início, no Cruzeiro, nas Capelas, no “Rezador”, no “Tirador de Terços, nas festas dos padroeiros, nas procissões, nas novenas, na “desobriga”, nas missões, no catecismo de perguntas e respostas, no funerais e em outras expressões. Era o padre acolhido com apreço e carinho, tal a reverência que se lhe dispensava nos Bairros e Fazen­das que percorria numa pastoral de visita. Batizava, pregava, celebrava, presidia a matrimô­nios, atendia confissões e abençoava. Caracteriza-se a figura do Fabriqueiro cuja tarefa consistia na administração em geral da Capela e, particularmente, no que se referia às finanças. Era o responsável religioso. Quantos cristãos prestaram esses e outros serviços à comunidade. Nas mãos dos leigos caminhava a Igreja. Sinal de religiosidade eram tam­bem as doações de terras (patrimônios), feitas aos santos, como aconteceu em vários lugares da Diocese. Não tinha o povo evangelização e catequese aprofundadas. Imperfeitas eram as motivações religiosas. Havia, no entanto, atitude sincera de quem caminhava na fé.

As paróquias, no seu conceito jurídico, apresentavam-se mais como organização do que comunidade. O centro convergente era o Vigário. Os fiéis dependiam em tudo do sacer­dote, limitando-se a receber. Fundam-se Associações, Irmandades, Confrarias, Ordens Terceiras e outros Movimentos. Os fins estatutários eram, como tais, válidos, mas fixavam o rumo da Associação. Trabalhavam, colaboravam em campanhas sociais, caritativas, reli­giosas e de outros objetivos. A Pastoral, no entanto, consistia numa atitude de defesa e de conservação. O fiel tinha procedimento isolado, individual, faltando maior solidariedade e fraternidade com espírito criativo de fé. Não corre aqui desmerecimento às Paróquias e nem às Associações, nem aos Movimentos pelo bem de que se fizeram credores e pelas realizações cujo saldo também foi apreciável. Ainda hoje muitas delas existem na Diocese. São forças que podem e devem ser aproveitadas numa revisão e inserção na pastoral glo­bal. .

Na década de trinta, alcançaram vulto as obras de caráter social, educacional, hospita­lar e congêneres. É a presença da Igreja nos Colégios, Lares, Creches, Santas Casas, Vicentinos e outros. Tais obras, embora diminuídas em número, continuam os esforços de bem servir, reformuladas em termos de vida e pastoral adequada.

Pelos idos de quarenta e cinqüenta, movimenta-se na Diocese a Ação Católica. Quando da Sede Vacante, houve trabalho de formação dos quatro ramos fundamentais: Homens, Senhoras, Juventude Masculina e Feminina da Ação Católica. Semanas, Cursos, Tríduos realizaram-se nas paróquias e colégios. A ação Católica mostrava aos leigos que eles deveriam agir no seu ambiente, que é o mundo, por exigência do Batismo, da Crisma e do Mandato, em face das realidades da vida, que prescindiam da religião e de seus valores.

Surgiram setores especializados da Ação Católica. Muito se deve à JEC, à JUC e à JOC, nas Escolas, Cursos Superiores e Meio Operário. Desfazia-se o equívoco de que a Igreja e Mundo eram irreconciliáveis e de que Igreja se identificava com Paróquia. A legião de Maria marcou vigorosa expansão com seu múltiplo apostolado, sobretudo no contacto direto de visita às famílias e ambientes.

Em 1950, nascem movimentos de ordem geral que contribuíram para a renovação da Igreja no Brasil, num esforço de pastoral de conjunto e foram: a corresponsabilidade episco­pal, a maior participação dos leigos na vida da Igreja, a atitude em favor da promoção do homem e das reformas sócio-econômicas. E mais: a fundação da Conferência dos Religio­sos do Brasil e o Movimento por um Mundo Melhor. Em abril de 1962, o Episcopado apre­sentava o Plano de Pastoral de Conjunto. Tudo ganhou uma maior participação com o Concilio Vaticano Segundo. A Diocese recebe seu novo Bispo na pessoa do senhor Dom Pedro Paulo Koop. Um primeiro passo de renovação foi a avaliação do Secretariado Diocesano de Ação Pastoral com a liberação de três membros em tempo integral. Essa medida trouxe a necessária reflexão, para impulso e força ao processo de desenvolvimento da Pastoral. É justiça que se registrem os nomes de Monsenhor Victor Assuiti, Maria Terezinha Ferreira Cintra e Nobuco Kameyama. Concentra-se a Pastoral na comunidade a cujo serviço os ministérios são exercidos. Organizaram-se, em novos moldes, as Regiões Pastorais. É criado o Conselho de Presbíteros e os Vigários Episcopais na linha da corresponsabilidade. Nas paróquias, criaram-se órgãos de decisão e participação: os Conselhos Paroquiais, que abrangem a Pastoral e a Administração. Sobretudo, houve decidida e eficiente atenção para a formação das Comunidades de Base, que exigem participação dos leigos nas iniciativas, nas deci­sões, nas eleições, na execução de atividades comunitárias num engajamento real e efeti­vo. Há em pleno funcionamento movimentos que nasceram das Comunidades e por elas são assumidos: Liturgia, Catequese, Juventude, Família, Encontros de Casais com Cristo, Caná, Equipes de Nossa Senhora, Movimento Familiar Cristão, Cursilhos, Religiosos, Pastoral Nipo-Brasileira, Pastoral de Saúde, Equipe Todos Irmãos, Canto Pastoral, Instituto Paulista de Promoção Humana, Instituto Noroestino de Trabalho Educação e Cultura, Instituto Teológico de Lins. O Secretariado Diocesano de Ação Pastoral é hoje o Conselho Diocesano de Pastoral.

 
Bispos
 
DOM HENRIQUE CÉSAR FERNANDES MOURÃO SEGUNDO BISPO DE CAFELÂNDIA (1936 a 1945)
 
Nascido no Rio de Janeiro aos 28 de novembro de 1877, foi ordenado presbítero por Dom Silvério Gomes Pimenta, Arcebispo de Mariana, aos 30 de novembro de 1901. Perten­cia à Congregação Salesiana (Dom Bosco). Foi Diretor do Liceu Coração de Jesus, em São Paulo, e construtor do grande prédio. Em 1924, foi designado Administrador Apostólico de Campos e, aos 18 de outubro de 1925, foi ordenado primeiro bispo daquela diocese Goitacá. Aos 10 de março de 1936, tomou posse da Diocese de Cafelândia, como segundo Bispo. Deu ênfase à educação das gerações através de Colégios que construiu: o Colégio Salesiano, a Escola Normal Nossa Senhora Auxiliadora e o Seminário Diocesano Nossa Senhora do Rosário. Trouxe Salesianos para a Diocese. Percorreu, por várias vezes, a imensa Diocese. Faleceu em São Paulo, no Sanatório Santa Catarina, aos 29 de março de 1945. Está sepultado na Concatedral de Cafelândia.
 
 
Monsenhor Victor Ribeiro Mazzei nasceu em Barra Mansa (RJ), aos 9 de dezembro de 1905. Ordenado sacerdote aos 16 de dezembro de 1929, em Maceió, onde exerceu seu ministério. Vindo à Diocese de Taubaté, foi Reitor do Seminário, Vigário de Jambeiro e Capelão do Sanatório “Vicentina Aranha”. Em outubro de 1936 veio para a então Diocese de Cafelândia, sendo vigário de Marília (Santo Antônio) e de Araçatuba. Foi Vigário Capitular de 1945 a 1948. Faleceu tragicamente em desastre de automóvel na rodovia Washington Luiz, quando se dirigia a Aparecida do Norte, aos 7 de setembro de 1960. Merece ser lembrado pelo seu exemplo, pela dedicação à causa da Igreja.
 
DOM HENRIQUE GELAlN TERCEIRO BISPO DE CAFELÂNDIA E PRIMEIRO BISPO DE LlNS (1948 a 1964)
 
De Flores da Cunha, no Rio Grande do Sul, onde nasceu aos 12 de junho de 1910. Foi ordenado sacerdote aos 28 de outubro de 1935. Pároco de Vista Alegre e de Antônio Prado, foi nomeado Bispo de Cajazeiras, na Paraíba, recebendo a ordenação episcopal aos 10 de dezembro de 1944. Transferido para Cafelândia, tomou posse do Bispado aos 22 de agosto de 1948. Executou a Bula de transferência da sede do Bispado para Lins, trabalho também de sua visão e empenho, aos 30 de agosto de 1950, passando a ser o primeiro Bispo de Lins.
Concluiu em Lins a residência episcopal, preparou a criação do Bispado de Marília, de que foi Administrador Apostólico. Incentivou a construção do Santuário de Fátima em Lins. Fundou o jornal “O Bandeirante”, criou o programa radiofônico semanal “Hora Católica”, o “Natal Social Cristão”. Igualmente se empenhou na fundação da Faculdade Auxilium de Filosofia e da Faculdade de Serviço Social. Foi transferido para Vacaria, no Rio Grande do Sul em 1964.
 
DOM PEDRO PAULO KOOP, MSC SEGUNDO BISPO DE LINS (1964 a 1980)
 
Da Holanda. Nasceu em Hillegom, aos 4 de setembro de 1905. Entrou para o Seminário dos Missionários do Sagrado Coração de Jesus, aos 8 de setembro de 1918. Fez profissão religiosa na Congregação aos 21 de setembro de 1925 e foi ordenado sacerdote aos 10 de agosto de 1930, em Stein, por Dom João Aerts, Bispo da Nova Guiné. Veio para o Brasil aos 4 de outubro de 1931. Trabalhou em ltajubá, Pirajuí, Presidente Alves, em São Paulo, Campinas e Bauru, Foi ordenado Bispo de Lins aos 8 de setembro de 1964, na Matriz de Santa Terezinha, em Bauru, onde era vigário desde fevereiro de 1947. Tomou posse da diocese por procuração devido estar em Roma. no Concílio Vaticano Segundo. Sua entrada na diocese foi aos 15 de março de 1965.
Distingue-se pelo espírito dinâmico e organizador, empenhado em criar condições para a Igreja, de que fala o Vaticano Segundo. Aciona a Diocese em todos os setores. Revela particular solicitude pela Promoção social do povo. Colaborou na fundação do Centro de Treinamento Agrícola e do Instituto Noroestino de Trabalho, Educação e Cultura de Araçatuba. Criou, em moldes da linha seis da Pastoral de Conjunto, o Instituto Paulista de Promoção Humana (IPPH), em Lins, para atingir esse desiderato, através de técnicas, cursos, convê­nios, que forneçam possibilidades ao povo mais precisado. Fundou o Instituto Teológico de Lins (ITEL), como centro preparador e animador das Vocações e Lideranças cristãs. Trouxe novas Congregações e sacerdotes à Diocese.
 
DOM LUIZ COLUSSI TERCEIRO BISPO DE LINS
 
Nasceu em Bento Gonçalves, RS, a 17 de julho de 1931. Filho de Lio Colussi e Marga­rida D’Agnoluzzo. Fez seus primeiros estudos no Seminário Diocesano Nossa Senhora Aparecida, em Caxias do Sul; Filosofia no Seminário Central de São Leopoldo e Teologia na Faculdade do Seminário Metropolitano de Buenos Aires, na qual obteve licenciatura. Obte­ve também o grau de licenciatura em Pedagogia, na Faculdade de Filosofia Nossa Senhora da Conceição, Viamão - RS.
Foi ordenado presbítero por Dom Benedito Zorzi, bispo de Caxias do Sul, a 1° de dezembro de 1957.
Desenvolveu as seguintes tarefas e encargos, por ordem cronológica:
·        Professor no Seminário Diocesano em Caxias do Sul;
·        Professor na Faculdade de Ciências Econômicas de Caxias do Sul;
·        Vigário em Marcorama, Garibaldi, RS;
·        Professor de Teologia e vice-reitor no Seminário Maior de Viamão, RS;
·        Responsável pela formação dos alunos da diocese de Caxias do Sul e Vacaria, no Seminário de Viamão;
·        Subsecretário do Regional Sul 3 da CNBB;
·        Professor da PUC, Porto Alegre;
·        Diretor da Escola Santo Estevão para Diáconos Permanentes, em Porto Alegre;
·        Assistente Nacional do Movimento Familiar Cristão;
·        Orientador de cursos pastorais para bispo, sacerdotes, religiosos e leigos no Brasil e outros países da América Latina;
·        Vigário Geral e Coordenador Diocesano de Pastoral da diocese de Caxias do Sul;
·        Professor do Instituto de Pastoral do CELAM, em Medellin, Colômbia;
·        Membro da Equipe Coordenadora da Organização dos Seminários da América Latina (OSLAM);
·        Subsecretário Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.
·        Foi eleito bispo Auxiliar de Londrina - PR em 03/01/78 e sagrado em 07/03/178, naquela mesma cidade.
 
Depois foi nomeado Bispo Coadjutor de Lins em 28/03/1980 assumindo como titular da­ diocese em 11 de outubro do mesmo ano.
Dom Luiz Colussi com 65 anos morreu às 12 horas de quarta-feira no Hospital Nossa Senhora das Graças em Curitiba, vitima de parada respiratória e miastema.
“Jesus tu sabes tudo. Sabes que eu te amo. Fica conosco, Senhor!”.
(última oração de Dom Luiz. antes de sua morte).
 
DOM WALTER BINI SEXTO BISPO DIOCESANO DE LINS (1984 a 1987)
 
D. Walter, nasceu na cidade de São Paulo (SP), no dia 31 de maio de 1930, filho de Aurélio Bini e de Adalgisa Amaud Bini, ambos já falecidos. Freqüentou o Oratório e o Colégio Salesiano da Mooca em São Paulo, indo em 1940 para o Aspirantado da Congregação Salesiana em Lorena. Cursou filosofia em Lorena e fez o noviciado em ­Pindamonhangaba tendo feito ali sua profissão religiosa a 21 de janeiro de 1947. Especializou-se em filosofia no Pontifício Ateneu Salesiano, em Turim. Cursou Teologia no Institu­to Teológico Pio XI e na Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção do Ipiranga ambos em São Paulo. Foi ordenado sacerdote pelo Bispo de Guarulhos, D. Paulo Rolim Loureiro, no dia 8 de dezembro de 1959. D. Walter era doutor em Filosofia, licenciado em Teologia, com especialização no campo da Pedagogia.
Foi professor e orientador dos estudantes salesianos de Filosofia e de Teologia e mais tarde Diretor do Instituto Teológico Pio XI, em São Paulo. Provincial da Inspetoria Salesiana de Mato Grosso, foi, em 1977, eleito para o Conselho Superior da Congregação, em Roma na qualidade de Conselheiro Regional da Região do Atlântico. Foi, nomeado pelo Papa JoãoPaulo II, Bispo Diocesano de Lins, a 14 de março de 1984 e sagrado pelo Sr. Cardeal de São Paulo, D. Paulo Evaristo Arns, pelo Arcebispo de Botucatu. D. Vicente Marcheti Zioni e pelo seu antecessor em Lins e por Dom Luiz Colussi, na Igreja Nossa Senhora Auxiliadora de São Paulo, no dia da festa da Auxiliadora. 24 de maio de 1984. Tomou posse da Diocese na Catedral de Santo Antônio de Lins, na festa de São Pedro e São Paulo, dia 29 de junho de 1984. O seu brasão de armas era uma cruz atravessando chamas, contra um campo cor de sangue, com o lema “CREDIDIMUS CARITATI ­(Nós acreditamos na caridade), síntese de seu propósito como Bispo e resumo de sua vida.
Na Assembléia Geral da CNBB, em ltaicí, no mês de abril último, D. Walter foi eleito para a
CEP (Comissão Episcopal de Pastoral) da CNBB, como encarregado da linha 3, Catequese em nível nacional.
Como Bispo, dedicou-se ao extremo aos seminaristas da Diocese, acompanhando-os e visitando-os em Lins, Marília, São Paulo e Petrópolis.
Preocupado com a situação social e política, emprestou, desde o início, o seu apoio à mobilização popular em prol dos trabalhos da Constituinte. Visitou, confortou e animou os trabalhadores rurais acampados na Diocese.
D. Walter não chegou a completar seu terceiro ano de Episcopado. Sua bondade e serenidade, inteligência e vida interior foram aplicadas com zelo e dedicação à pastoral.
Faleceu no dia 17/06/87, vítima de acidente perto da cidade de Echaporã, Diocese de Lins, Rodovia SP 143.

DOM IRINEU DANELON SÉTIMO BISPO DIOCESANO DE LINS (1988)
 
Dom Irineu é o sétimo Bispo Diocesano de Lins e o terceiro vindo da Congregação dos Salesianos de Dom Bosco que mantém na diocese, os colégios e as faculdades e cuidam da paróquia Dom Bosco em Lins.
Dom lrineu, nascido em 4 de abril de 1940, na cidade de Piracicaba, é filho de Antônio Ângelo Danelon e de Antonia Louvadine Danelon, o caçula entre três irmãos. Cursou o ginasial no Colégio Salesiano Dom Bosco de Piracicaba, saindo dali para o Aspirantando da Congregação em Lavrinhas (1955-1956). Em 1957 fez seu noviciado no Instituto Coração Eucarístico de Pindamonhangaba. Cursou Filosofia e Estudos Sociais no Instituto Filosófi­co Salesiano de Lorena (1958-1960). Dispendeu seus três anos de tirocínio junto aos aspi­rantes salesianos de Lavrinhas e na condução do Internato dos Meninos da mesma cida­de. Freqüentou a Teologia no Instituto Teológico Pio XI de São Paulo (1964-1967), sendo ordenado sacerdote no dia 17 de setembro de 1967. Seu primeiro trabalho, depois de padre, foi no Liceu Salesiano Nossa Senhora Auxiliadora de Campinas (1968-1970), seguindo dali para Lorena com o encargo de acompanhar os alunos de filosofia (1971-1976). Durante três anos foi o responsável pelos estudos e durante outros três, foi o diretor da casa. Por quatro anos foi o encarregado pela Coordenação Pastoral da Inspetoria Salesiana N. S. Auxiliadora de São Paulo. Seguiu então para Roma a fim de cursar a pós-graduação em Teologia Pastoral (1981-1982).
De volta, tomou-se diretor do Liceu de Campinas (1983-1986). A 14 de julho de 1986 foi escolhido Inspetor dos Salesianos de São Paulo.
Toda a vida do D. lrineu foi dedicada à juventude, à coordenação pastoral, à organiza­ção e animação de pós apostólicos e também a tarefas no campo da formação e dos estudos, da direção e governo de casas da Congregação e finalmente do governo inspetorial.
A nomeação para Bispo de Lins deu-se a 02 de julho de 1987.
A Ordenação Episcopal realizou-se em São Paulo, na Igreja de Nossa Senhora Auxiliadora, aos 31/01/88, data comemorativa do centenário da morte de Dom Bosco. Fo­ram consagrantes principais: Dom Vicente Angelo José Marchetti Zioni, Arcebispo de Botucatu. Dom Ladislau Paz, Bispo Emérito de Corumbá, Bispo Consagrante: D. Paulo Evaristo Arns - Cardeal Arcebispo de São Paulo.
Como Bispo, dedicou-se carinhosamente aos seminaristas e aos padres. Acompa­nhou e esteve presente na luta pela terra com os sem-terra de Getulina.
Preocupado com a evangelização através dos meios de comunicação social, instalou a Rádio Regional Esperança FM e a Repetidora da TV Vida em Lins.
Teve e continua tendo grande carinho para com os menos favorecidos da sociedade, os excluídos, implantando o projeto Luxo do Lixo, Bom Samaritano, servindo alimentação e pouso.
Trabalhou em nível nacional, junto a CNBB, nos setores da Pastoral da Juventude, Educação e no Ensino Religioso.
Dom Irineu tem uma grande preocupação com o vício das drogas e dedica-se a Pastoral da Sobriedade.
 
 Dom Irineu Danelon renunciou á Diocese no dia 04 de abril de 2015.
No dia 30 de setembro de 2015º Papa Francisco aceitou a renúncia de Dom Irineu e nomeou o oitavo bispo Diocesano D. Francisco Carlos da Silva que tomou posse no dia 27 de novembro deste mesmo ano.
 
DOM FRANCISCO CARLOS DA SILVA (8 Bispo Diocesano)
 
Dom Francisco Carlos da Silva, nascido aos 30 de setembro de 1955, na cidade de Tabatinga-SP, filho do senhor Manuel Antônio da Silva e da senhora Alice Malaquias da Silva.
Foi ordenado presbítero, aos 11 de dezembro de 1982. Sua nomeação Episcopal aconteceu aos 19 de setembro de 2007 e foi Ordenado Bispo aos 22 de novembro neste mesmo ano.
Os Estudos Filosóficos, fez no Seminário Maior Diocesano de São Carlos-SP (1976). E a Teologia estudou na Pontifícia Universidade Católica de Campinas-SP (1979).
Suas atividades antes do Episcopado. Vig. Substituto na Catedral de São Carlos-SP (1983); Vig. Paroquial do Divino Espírito Santo, Itápolis-SP (1983); Admin. Paroquial e Pároco de São Sebastião, Itaju-SP (1983-1984); Coordenador da PJ e da Região na Região Pastoral IV (1985 a 1986); Coordenador Dioc. De Pastoral (1997 a 2000); Vig. Geral de São Carlos-SP (1999 a 2002); do Cons. De Presbíteros por cinco mandatos; da Coordenadoria Dioc. De Pastoral, do Colegiado episcopal e do Cons. Dioc. De Pastoral; da Com. Representativa de Presbíteros da Sub-Região Pastoral de Campinas-SP; da Com. De Bens Culturais da Igreja (2002 a 2006); Diretor do arquivo diocesano de São Sebastião de Borborema (desde 1984), do Col. De Consultores desde 1999, Cônego Catedrático e presidente do Cabido diocesano desde 2002, Vigário Episcopal da Região Pastoral IV desde 2004, Coordenador da Com. de Cultura para o Centenário da Diocese (2007).
De suas atividades como Bispo, Dom Francisco Carlos da Silva: 1º suplente do Cons. Permanente do Regional Leste II e participante da Com. Episc. Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz
 
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Diocese_de_Lins
 
 
Principal Sobre o Santuário Os Freis Galeria de Fotos Horários Notícias Fale conosco  
 

Este site foi visitado 222289 vezes.

© 2009 Santuário São Francisco de Assis - Penápolis. Todos os direitos reservados.